Tópico 5 – A IMPORTÂNCIA DA ESTRATÉGIA
Caros,
O texto selecionado neste tópico também foi extraído do site do SEBRAE, e é uma excelente oportunidade de se fazer uma analogia e compará-lo com a forma que gerenciamos nossas vidas.
Mas, como a vida de uma catequista remete a um eterno testemunho, mesmo diante de provações, nossas atividades devem ser reflexo das transformações que só ao Cristo é possível.
Desta forma, nossos atos, seja na catequese de crianças, jovens ou adultos (Crisma/Catecumenato), MEJ ou na nossa vivência dentro das pastorais e comunidade devem obedecer regras, planejamentos e estratégias. Com isso, observa-se melhor os objetivos e diante das dificuldades do caminhar conforme a vontade de Deus, não esmoreceremos.
Aliás, se cair é inevitável, permanecer no chão é opcional. Tenha contigo sempre uma estratégia de vida, de sucesso, de vitória. O homem precisa de obejtivos, para alcançá-los precisamos deste algo a mais. Boa leitura!
Boa Leitura,
Catequista Bruno Velasco, MEJ
*clique no link para ver o texto!
Tópico 4 – O DIFERENCIAL A INTRODUZIR
Caros,
Para ser catequista, como já abordamos aqui anteriormente, não basta ter boa vontade, é necessário dedicação, perseverança e sobretudo experimentar do mistério o qual se anuncia.
Contudo, existe um diferencial que faz alguns catequistas mais queridos que outros. Desde que optei a transbordar os ensinamentos, quis ser o amigo dos crismandos/catequizandos, quis estar próximo para que eu pudesse entender as necessidades, acompanhando de uma forma melhor e mostrando a evangelização de uma forma mais própria, não que seja necessário distorcer a realidade, mas é preciso saber identificar qual realidade iremos encontrar para que nosso planejamento funcione.
É muito importante que o catequista tenha o 'feeling' correto sobre a turma, e com isso que consiga sentir e deixá-los à vontade para que partilhem suas inquietações. Com tudo, faz-se extremamente necessário estar receptivo de modo que seja possível compreender os motivos e, assim, auxiliá-los nos momentos de tropeços, provações e desafios.
Para tal, encontrei um outro texto do Sebrae/RJ que fala desta abordadem especial, veja!
Espero que muitos de nós consigamos este canal de amizade com nossos 'alunos', são expereriências enriquecedoras e ímpares.
Fiquem com Deus,
Catequista Bruno Velasco
*clique no link para ver o texto!
Tópico 3 – A GESTÃO DA EMPRESA CHAMADA SER-HUMANO
Caros,
Recebi um texto através de um link do Sebrae/RJ e percebi que o mesmo se adequa muito bem à nossa realidade, seja em comunidade, em pastorais, movimentos ou associações.
Em tempo, vale lembrar que nçao se trata de um texto religioso e que o seu vocabulário pode não nos parecer muito comum. Mas mesmo assim, as orientações dadas neste Artigo são de suma importância para que sejamos bons empresários de nós mesmos, para que possamos organizar nossas vidas, nossa paróquia, nossas atividades na Igreja e nossa igreja doméstica ou particular que é a nossa família.
Das muitas mudanças das quais precisamos, muitas precisamos vivê-las, experimentá-las e tentar encontrar em meio ao furacão o diferencial que nos fará crescer.
Boa Leitura: Ver texto de apoio
Sds,
Catequista Bruno Velasco
*clique no link para ver o texto!
Tópico 2 – A ORGANIZAÇÃO e A EXEMPLIFICAÇÃO
Para ser catequista, não basta ter simpatia pelo ato ou gostar de falar em público. Aliás, estas características devem ser utilizadas como ferramentas do bom catequista. A preparação, o tempo dedicado a esta tarefa e a qualidade deste tempo fazem a diferença na hora de – não somente falar – mas também tocar os corações do alunos.
Não se esqueçam que Deus é algo que todos (ou quase todos) já ouviram falar, você foi chamado para falar daquele Deus que eles ainda não conhecem da mesma forma que você.
O catequista deve ter a devida noção do que é ser o CANAL POR ONDE PASSA A GRAÇA DE DEUS até que alcance os alunos/crismandos/catequizandos. Pois não somos..., apenas anunciamos e exemplificamos em nossas vidas a Luz que vem de Deus. Esta luz, para ser bem refletida, para que não perca suas características, bem como sua potência/força, deve estar bem direcionada e ser aplicada em um canal que seja fiel às condições cristãs.
Ou seja, não basta apenas anunciar, é necessário viver a palavra de Deus junto com seus alunos, partilhando das dificuldades/momentos de superações; mostrando sobretudo que não somos infalíveis, mas que nossa direção é orientada por Alianças e Promessas. E que quando estas se partem/quebram, caímos em condição de pecado, pois nos afastamos daquilo que Deus quer para nós. Contudo, neste momento devemos nos apoiar em nossos amigos (bem como apoiá-los quando preciso) e nosso maior amigo é o Cristo Ressuscitado. Desta forma levantaremos, sairemos da condição adversa e caminharemos com Ele rumo à Glória.
Isto posto, voltando ao que concerne à organização e à preparação dos encontros, estudos neurolingüísticos, pedagógicos (infantil) e andragógicos (adultos) apontam caminhos a seguir.
Alguns destes estudos neurolingüísticos apontam que as pessoas têm dificuldade de guardar/fixar a palavra "NÃO", o que acaba gerando dúvidas quanto à aprendizagem.
Desta forma, deve-se optar por uma abordagem de forma inversa a fim de afirmar os pontos que se façam necessários e sejam fundamentais segundo nossa fé, sem colocar em dúvida a compreensão posterior por parte dos alunos/catequizandos/crismandos.
Em tempo, o objeto (aluno/classe/grupo) de nossa palestra/aula/reunião deve ser devidamente mapeado (quando possível) ou, quando no início, deve ser dada as devidas condições para que tenhamos a possibilidade de identificar as características da turma. Assim, poderemos explorar seus potenciais individuais e coletivos, bem como desenvolvê-los naquilo que são fortes (qualidades de cada um ou do grupo), e naquilo que apresentam deficiências (no que precisam melhorar).
O tipo de lingüagem a ser utilizada é parte primordial para garantia da compreensão, bem como os recursos externos que por ventura possam ser utilizados : imagens, áudio, vídeo, etc. Vale ressaltar que estes recursos devem auxiliar a compreensão ou a contextualização, em vez de gerar dispersão da idéia que se deseja trabalhar.
PLANEJAR, IDENFITICAR, AGIR : palavras básicas que norteiam os primeiros dias do catequista com a turma nova. Cada turma é uma experiência única. Não se esqueça que você também pode crescer junto a ela.
Fiquem com Deus,
Catequista Bruno Velasco, MEJ
29/08/2009
Tópico 1 – A LIDERANÇA
Ser catequista, mais que um chamado, um desafio.
Lembro de meus tempos de catequese (que foram bem vividos em um convento onde estudei), guardo com carinho a lembrança da docilidade e da clareza que me proporcionaram ao me apresentarem o Cristo de uma forma tão real e tangível.
Hoje, a realidade de algumas igrejas reduz e muito o papel do catequista na 'suposta hierarquia' a qual ele compõe. O catequista não estaria no grau mais alto, mas em contrapartida encontra-se no mais próximo do objeto de trabalho: nossas crianças, jovens e adolescentes. Uma má formação deste membro da comunidade pode prejudicar e afastar os louros a serem colhidos. Um cuidado especial com as sementes se faz necessário, bem como com quem as cultiva.
Quando comecei o meu trabalho, optei em ser aquele catequista que tinha em minhas memórias de infância. Escolhi o amor, escolhi ser próximo e não diferente dos demais (catequizandos). As opções para se trabalhar o catequizando, catecúmeno, crismando ou mesmo membros de Grupos de perseverança, grupos jovens ou MEJ são muitas. Escolhi ser o irmão mais velho, talvez o pai de alguns. Dividi segredos, ouvi muitas 'confissões' e orientei conforme nossa crença.
Ou seja, é importante mostrar a luz, mas deixar claro que não somos a mesma. "Que não se decepcionem com Deus aqueles que o buscarem em mim, pois somos humanos". Devemos deixar claro que somos humanos que anunciam a palavra de Deus, a palavra que eles querem conhecer melhor. E que o nosso aprendizado, dos catequistas, não cessa... pelo contrário, continua a cada turma que por nossas vidas perpassam.
Isto posto, o diferencial da boa liderança reside num ponto crucial : "o catequista que se empossa do cargo e faz-se diferente demais, afasta de si a riqueza de compartilhar momentos de superação e dor. Não que desejamos tomar para nós a cruz alheia, mas nos compete sim orientar e ajudar nas quedas. Sejamos o Sirineu, acolhamos na igreja para que o mundo não adote de forma errônea. Afinal, somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos e cultivamos. Cultivemos o amor. Acolher o pecador e limpar suas feridas, esta é mais uma de nossas missões!
Fiquem com Deus,
Catequista Bruno Velasco, MEJ
•
Contato para Palestras aqui!