Ajude este projeto de Evangelização. Clique na figura ao lado e vote no site para o Prêmio Top Catolicanet

 

 

 

 


Dinâmicas para Grupos Jovens & MEJ  
Parte 3.1:
 Recreação, Integração, Diálogo, etc.                        

Nesta seção você encontra dinâmicas de conhecimento mútuo e interação para nossos jovens e adolescentes.

51 - Dinâmica:   - Moisés no deserto

Passos
- O coordenador diz para o grupo, que ele representa Moisés no deserto.
- começa a andar no meio do grupo e diz para uns quatro ou cinco
participantes: "siga-me".
- A pessoa convidada acompanha o Moisés.
- Feita a escolha, dirige-se ao meio do grupo e diz: "apresento-lhes os
camelos de Moisés."


52 - Dinâmica:   - Labirinto
1. Destinatários: Grupos de Jovens
2. Material: uma bandeja e um vaso ou copo com água
3. Desenvolvimento:
- O grupo se divide em duas equipes, com igual número de participantes.
Tomando-se pelos braços, os integrantes de cada equipe formam um círculo. O
animador pede um voluntário de cada equipe e entrega-lhes a bandeja com um
vaso ou copo cheio de água. Ao ouvirem o sinal de partida, iniciam a corrida
por entre os companheiros, entrando e saindo do círculo. Retornando ao ponto
de partida, passarão a bandeja a outro companheiro que irá fazer o mesmo, e
assim sucessivamente, até que todos tenham participado. A equipe vencedora
será aquela que terminar primeiro, sem haver derramado água.
4- Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica??


53  - Dinâmica:   - Familias de Pássaros
1-Passos:
- Participantes são divididos em duas equipes: a) A família dos
Joões-de-barro; b) a família dos pardais
Nos extremos opostos da sala, marcam-se dois ninhos: a) um dos
Joões-de -barro; b) outro dos pardais.
Os Joões-de-barro caminham agachados e os pardais brincam saltitantes, num
pé só. Uns e outros brincam juntos num mesmo espaço.
- Enquanto estiverem andando todos misturados, mas cada qual em seu estilo,
será dado um sinal e as famílias terão de voltar a seus ninhos. Cada qual o
fará agachado ou saltitando, conforme se trate de João-de-barro ou pardal. A
família vencedora será aquela, que, por primeiro, reunir todos os seus
companheiros no ninho.


54 - Dinâmica:   - Confusão de Sapatos
1- Passos:
- Traçam-se 2 linhas paralelas  a uma distãncia de 10m.
- Atrás de uma das linhas, a de partida, ficam alinhados os participantes
- atrás da outra linha, ficam os sapatos dos participantes, todos
misturados, porém sem estarem amarrados ou abotoados.
- Ao sinal de partida, todos correm para a linha de chegada, e cada qual
procura calçar o seu sapato. Este deve ser amarrado ou abotoado, conforme a
necessidade. Em seguida, retorna-se à linha de partida.
- O primeiro que transpuser a linha de partida, devidamente calçado com o
seu sapato, será o vencedor.


55 - Dinâmica:  Festival de Máscara
1- Destinatários: Grupos de Jovens
2- Material: Um saco de papel bem grandde e um número para cada pessoa
(evite-se que o material seja plástico).
3- Desenvolvimento:
- O animador distribui um saco de papel para cada participante, pedindo que
façam com ele uma máscara, deixando apenas dois buracos para olhar. O número
deverá ser afixado na altura do peito. Uma vez prontas as máscaras, o
animador apaga as luzes um momento, para que cada qual possa colocar a sua,
assim como o número. Ao se reacenderem as luzes, cada um terá que adivinhar
quem são os mascarados, anotando o nome e o número numa folha de papel. As
pessoas não podem falar. O vencedor será aquele que obtiver a maior
quantidade de acertos.
4- Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica??


56  - Dinâmica:  - Salvar da Bruxa
1- Passos:
- A bruxa traça vários círculos dentro de seus domínios, como no esquema
abaixo (no chão). No domínio da bruxa só ela pode entrar. Os outros
jogadores ficam dispersos.
Montar exemplo do Domínio *****
- A bruxa sai em perseguição dos jogadores. Cada um que ela apanhar, será
colocado num dos círculos. Os companheiros poderão salvar os colegas
prisioneiros sem, penetrar nos domínios da bruxa, mas estendendo a mão para
os mais próximos, e este, por sua vez, para os dos outros círculos, sem
sairem dos próprios círculos.
- Se a bruxa colocar mais de um prisioneiro num só círculo estes não poderão
ser salvos.
- Os jogadores, que forem aprisionados mais de uma vez, serão auxiliadores
da bruxa.
- Será vencedor o jogador que não se deixar aprisionar.


57 - Dinâmica:  - Adivinhando objetos.
1- Destinatários: Grupos de Jovens
2- Material: Giz e  quadro negro.
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o grupo em duas equipes, com igual número de
participantes. Cada qual recebe um giz.
- A uma distância de aproximadamente 15 metros, coloca-se o quadro-negro. O
exercício consiste no seguinte: As equipes têm que adivinhar o objeto cujo
nome o animador esconde; para consegui-lo, recebem três pistas. Tão logo
descubram do que se trata, escrevem seu nome no quadro. Ganha a equipe que o
fizer Primeiro. O exercício pode ser repetido diversas vezes. O animador dá,
por exemplo, as seguintes pistas: pode ser de cores diferentes, é sólido,
usa-se para comer e tem quatro letras (mesa). As  palavras propostas às
equipes devem ser breves, exigindo a utilização de cada letra apenas uma
vez. Exemplos: apito, sol disco, barco, livro, caderno, goma, lápis,
pulseira, meia, trem, etc.
4- Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica??


58 - Dinâmica:   - Varrendo Bolas
1- Destinatários: Grupos de Jovens ou adultos
2- Material: 15 bolas e uma vassoura para cada equipe (sendo as bolas de
cores diferentes para cada equipe).
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o grupo em duas equipes, com igual número de
integrantes. Colocam-se em filas paralelas, na linha de partida; em frente a
elas, espalha-se uma quantidade de bolas. O primeiro representante de cada
fila recebe uma vassoura. Dado o sinal, saem varrendo as bolas até à meta e
depois passam a vassoura para a segunda pessoa, que deverá varrê-la da meta
para a linha de partida, e assim sucessivamente. A equipe vencedora será
aquela que primeiro terminar com a participação de todos os seus
integrantes.
4- Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica ?


59 - Dinâmica:  9 - Mister Balão
1- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.
2- Material: 15 Balões por equipe.
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o grupo em equipes. Cada uma delas escolhe um
representante para o concurso de "Mister Balão". A  um sinal do animador,
cada equipe procura "rechear" seu candidato até que fique repleto de balões.
Dispõem de três minutos para executá-lo. Ganha a equipe que conseguir
"rechear"seu representante com o maior número de balões. O exercício é
repetido por diversas vezes.
4- Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica??


60 - Dinâmica:   - Corrida com bolas
1- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.
2- Material: uma bola para cada pessoa; uma bandeja e um saco para cada
equipe.
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o grupo em equipes, que se colocam em filas paralelas de
partida. Os primeiros representantes de cada equipe recebem, no menor tempo
possível, a bola sobre a bandeja até à meta. As bolas  que chegam a seu
destino são depositadas no saco. Logo a seguir, a segunda pessoa repete o
mesmo procedimento, e assim sucessivamente, até que todos os integrantes
tenham participado. Vence a equipe que terminar primeiro o transporte de
suas bolas.
4- Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica ??


61 - Dinâmica:   - Inflando balões
1- Destinatários: Grupos de jovens.
2- Material: 15 balões para cada equipe e barbante ou linha para amarrar a
boca dos balões.
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o grupo em equipes. Cada qual recebe uma qunatidade de
balões, sem ar. A um sinal do animador, e no espaço de dois minutos, as
equipes procuram inflar todos os seus balões. Ganha a equipe que conseguir a
maior quantidade.
4- Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica??


62 - Dinâmica:  -  Meu Vizinho
Formação : todos em círculo
Desenvolvimento:
O animador começa o jogo dizendo : "O meu vizinho é ..." ( aqui diz uma
qualidade ). Conforme  a letra que inicia a palavra dita, todos os outros
jogadores devem dizer palavras que se iniciem com a  emsma letra. Por ex.,
se  o animador desser: "Meu vizinho é corajoso", todos os demais  jogadores
dirão palavras com a letra "C". Não podem repetir palavras. Terminada a
primeira rodada, o animador escolhe outra letra e assim por diante prossegue
o jogo.



AUXÍLIO PARA DIÁLOGO NO GRUPO

63  - Dinâmica:   - Escolha dos bichos "mais"
1- Objetivos:
- Cultivar uma boa convivência no grupo, na amizade e na verdade;
- Perceber as razões da falta de fraternidade e dos conflitos que surgem no
grupo de jovens, no grupo de trabalho;
- Rever as próprias atitudes, para tentar mudar.

2- Passos:
- Cada participante recebe um papel onde está escrito o nome de um bicho,
com algumas características, procurando interiorizá-las e expressá-las no
grupo em forma de dramatização.

Exemplo:
A Cobra: É traiçoira, perigosa, esperta e oportunista, envenena o grupo, é
fofoqueira e quer ver o circo pegar fogo.

O gato: Companheiro, prestativo, carinhoso, esperto.

A borboleta: Não é acomodada. Alegra o ambiente, integra.

O papagaio: Fala, fala, não fala nada que contribua. É inteligente, aprende
o que os outros fazem, tanto o bem como o
mal.

O cavalo: Dá patadas em todos.

O pavão: Fica sempre de leque aberto. Acha que é mais bonito, mais
inteligente, aquele que sabe mais.

O Boi: Sossegado, tranquilo, é esforçado e topa qualquer trabalho.

O pombo: Sempre se preocupa em conversar com os companheiros.

O urubu: Só vê carniça. É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim.
Quer ver o grupo morrer.

A formiga: É operária, trabalhadeira, trabalha sempre em grupo.

Galinha d'Angola: Fala a mesma coisa o dia inteiro: "Tô fraco". Não acredita
em si mesma, mas tem que falar.

O bicho preguiça: Vagaroso, preguiçoso. Nunca faz nada. Está sempre
"pendurado" nos outros.

- O animador verifica se todos compreendem os diferentes papéis (animais),
podendo acrescentar outros, se necessário.
- O animador observe que cada animal expressa características positivas ou
negativas. Nunca as duas juntas.
- Colocar em papelógrafo o comportamento dos animais e afixar na parede.

- Trabalho em grupo:
a) Quais desses animais encontramos em nosso ambiente de trabalho?
b) Analisar 3 bichos considerados mais importantes para o grupo.

- Plenário.



64 - Dinâmica:  - A jaula
1- Objetivos:
- Levar os participantes a analisar como se situam no mundo da família, da
escola, e da sociedade (rua);
- Procurar, em comum, atitudes que respondam à realização do jovem ou da
pessoa.

2- Passos:
- O desenho abaixo é entregue a todos, num folha de papel ofício e cada um,
individualmente, tenta interpretar os quadros, e descobrir:
- O que significa cada um deles?
- O que tem, cada quadro, a ver comigo?
- A partir deles, como me situo no espaço da minha família, na escola e na
sociedade?

- Depois de de 10 minutos:
a) fazer a partilha em pequenos grupos por aproximação;
b) como conciliar casa, escola, sociedade, montando assim uma grande "aldeia
fraterna"?

- Plenário:
- conclusões dos grupos e escrever no quadro-negro.
- Complementação por parte do coordenador.


65 - Dinâmica:   - O jogo da bicharada
1- Objetivos:
- Cultivar boa convivência no grupo, na amizade e na verdade;
- Perceber as razões da falta de fraternidade e dos conflitos que surgem no
grupo de jovens, no grupo de trabalho.

2- Passos:
- Todos recebem a lista dos bichos e num momento pessoas, em silêncio, lêem
a lista e escolhem três bichos que mais se assemelham a ele;
- Dos três bichos escolhidos, ficar com apenas um com o qual se identifica;
- Grupos por bichos escolhidos - grupos dos gatos, grupo dos macacos, etc...
- durante 15 minutos partilhar o por quê escolheu tal bicho e como se
manifestam as características no dia-a-dia da própria vida.

3- Em plenário:
- Os grupos apresentam o seu bicho de forma criativa, com encenação,
dramatização, colocando as caracteristicas do bicho escolhido.
- Cometários:
a) o que chamou a atenção, o que faltou, etc;
b) significado para o nosso grupo.

OS BICHOS

01- Leão: Rei da reunião. Quando urra, todos participam. Os ratinhos tremem
à sua frente. Não é agressivo. Está certo de sua superioridade. Boceja
despreocupadamente, pacientemente, com as peraltices dos outros.
02- Hiena:  Não tem opinião própria. Aprova sempre o leão. Sempre  recorda o
que o leão disse.
03- Tigre: É um leão ressentido por não ser reconhecido como rei pelo grupo.
Fica de mau humor, às vezes mais competente que o leão. É agressivo,
irônico, irrita o grupo que o coloca na jaula, e não toma conhecimento de
sua presença.
04- Raposa: Surpreende sempre o grupo; desvia o assunto; sofista, força o
assunto. Jamais caminha em direção ao objetivo.
05- Pavão: Mostra sempre a sua cultura. Não se interessa pelo objetivo e
pelo grupo. Não perde ocasião de mostrar seus conhecimentos. Preocupa-se
sempre consigo mesmo.
06- Cobra: Envenena as relações. Sempre de bote armado. Ai de quem comete
uma asneira. Provoca brigas e fica de fora.
07- Papagaio: Fala por todos os poros; comenta tudo. Fala alto, grita.
Ninguém lhe dá importância, nem ele próprio. Sempre por fora do assunto.
08- Coruja: Não fala, presta muita atenção. Pisca quando não entende.
assusta-se quando alguém a interpela. Pede desculpa quando intervém.
09- Carcará: Não gosta de discussão. Irrita-se quando o grupo não progride.
Quer decisões rápidas.  Impaciente, levanta mas volta.
10- Girafa: Pelo modo de sentar-se e rir, acha o grupo indigno de sua
participação. Seu silêncio não permite saber-se se ela está por cima mesmo.
11- Macaco: Anedoteiro, espirituoso, bagunceiro, inteligente e superficial.
Sempre faz rir; ninguém o leva a sério. anima, mas termina irritado. No fim
está amuado e sem graça.
12- Gaivota; Voa pelo alto - abaixa. mas sobe logo. Vive solitária.
13- Cão: Inteligente, fareja tudo, mas ladra demais.  Faz muito barulho por
pouco. Sempre vigilante para defender suas idéias.
14- Boi: Obstinado, lento. Não acompanha o grupo. Devagar e sempre.
15- Elefante: Sem sutileza. Leva tudo a peito. Não é feito para viver em
grupo. Quer ação. Quando intervém é para acabar  a reunião.
16. Gato: Mia para chamar a atenção. solicitado, se enrosca e não quer
falar. Dengoso, prefere agir depois da reunião.
17. Coelho: Simpático, ágil, pulador. Não tem planos. Não é conseqüente.
Encolhe-se quando os maiores aparecem.
18. Esquilo - Acanhado, fugido, embaraçado. Dificilmente participa.  Quebra
sozinho suas nozes. Se insistir muito, não volta.
19. Pombo: Fica arrulhando com o companheiro do lado. Só vive de par. Se o
interpelam, voa e volta ao companheiro.
20. Araponga: Sempre igual e vibrante. Tem idéia fixa. Só tem uma idéia. É
incapaz de seguir uma reunião.
21. Pica-Pau: Pega uma idéia e pulveriza-a. Não tem objetivos. Só sabe picar
idéias. Na discussão fica picando o que ficou para trás.
22. Aranha: É mestra em teia, onde se envolvem mosquitos e besouros. Na
discussão amarra um fio no outro. Não prepara plano, prepara armadilha.
23. Ouriço: Fica espinhento por tudo. Para ele, no grupo, não há idéias;
tudo são intenções.
24. Antílope: É arisco. Sempre farejando o ar para ver se não o querem pegar
de surpresa. Está sempre de sobreaviso. Não acredita em ninguém.
25. Hipopótamo: Fica mergulhado no assunto. Não sai das discussões. Sempre
mergulhado.
26. Ratinho: Nunca aparece, mas caminha entre todos. Rói as idéias. Passa
pela platéia às carreiras.
27. Zebra: Em cada fase da discussão apresenta ponto de vista diferente. Não
sabe somar as idéias. É preto ou Branco.
28. Camaleão: Está de acordo com todos. Vai para onde o leva o vento.
29. Foca: Muito curiosa e imaginosa. Interessa-se por tudo e mexe em tudo.
Adora brincar.
30. Coati: Fuçador. Intromete o nariz nas coisas com o objeto de
beneficiar-se. Uma vez satisfeito, perde o interesse.


CELEBRAÇÕES

66  - Dinâmica:  Cegos, Surdos e Mudos
Ps.: Ter mural da realidade coberto por um lençol

1.Introdução: Diante de mais um dia da criação que se inicia vamos nos
colocar diante da SS. Trindade em nome do Pai....
Cantar o Salmo 51 (50)

2.Recordando o 2º momento da celebração: Temos o anti-gênesis - A desgraça!
E nós muitas vezes agimos como: Cegos, Surdos e Mudos, diante dessa
situação. Por isso vamos fazer a experiência de Servos: cegos, surdos e
mudos - fechando os olhos e ficando em silêncio - vamos tapar completamente
os ouvidos. Contamos até 20 bem devagar e destapamos apenas o ouvido.

3- Ouvir o Evangelho - Mc 7,31-35 (em 2 vozes): Procurando perceber o que
Jesus diz e faz e nos colocando no lugar do surdo-mudo.

4- De olho Fechados: dizer o que nos impede de vermos a realidade. (deixar
colocarem)
5-Ainda sem enxergar: Vamos acompanhar a leitura do Evangelho - nos
colocando no lugar de Bartimeu e procurando perceber o que Jesus realiza!
Ler em 4 vozes Mc 10,46-52.
Meditar a música (enquanto isso tirar o lençol da realidade) no final abrir
os olhos.
6- Como recém-curado da cegueira vemos só o que é bonito. O que de bonito
vemos na Criação (deixar colocar)
7- Com um olhar atento veremos mais coisas - Outra realidade existindo
paralelamente. Demos uma volta pelo mundo da realidade (mural)  e
destaquemos o que vimos em uma palavra (ter papel e pincel para por
palavra)
8-Temos uma corda (com pregadores e ter um desfiado no meio).
De que lado vai arrebentar?? (Do lado mais fraco) Pede para que 2 pessoas
segurem a corda e que o negativo da Realidade (palavras) sejam colocadas na
corda - com breve colocação)
9- As curas que Jesus fazia Reintegrava na sociedade e levava o curado a
servir. Como Recém-curados: da Surdez, da Mudez, e da Cegueira - vamos nos
colocar a Serviço do Reino: colocando o nosso ser em abertura e oferecimento
para que aproveitemos este encontro - denunciando a realidade de miséria que
nos cerca.
Canto Final.


67 - Dinâmica:   - Rezando Imagens
Objetivo:
Rezar a realidade como tal  e a realidade de cada um.
Ambiente:
De preferência a capela ou  um lugar que ajude o recolhimento.

Passos Metodológicos
1. Espalhar muitas figuras, fotografias, paisagens, da realidade social,
política e religiosa da juventude;
2. Momento de silêncio para todos visualizarem esta realidade;
3. Escolher uma destas imagens e fazer uns minutos de silêncio refletindo
sobre  a questão: o que esta imagem significa para mim??
4. Em grupos de três pessoas fazer a partilha em forma de reflexão e
terminar com uma oração.
5. Fazer a partilha, em plenário, num clima de oração e perdão.
6. Terminar com um canto, ou uma oração comum.


68  - Dinâmica:  Preparação
Material Necessário: Bíblia, velas para cada participante e um menora ou
Círio Pascal. A sala onde se realiza a celebração deve poder escurecer-se
completamente. No centro da sala ou um lugar de destaque, coloca-se o menora
ou o Círio.
Para a leitura e comentário, definir um Celebrante, Leitor 1 e Leitor 2.
Introdução: (A ser em sala separada): divide-se a Assembléia em 6 pequenos
grupos. Cada grupo corresponde a um dia da Criação. Cada participante,
identificando-se com um determinado dia da Criação, tentará vivenciar ao
máximo, a "Sua" criação, o seu nascimento e aparecimento no mundo e no
universo. Por exemplo, se no primeiro dia Deus criou a terra, os
participantes do grupo 01 procurarão fazer parte da maravilha que é ser Céu
ou Terra, etc. Do mesmo modo quando for lido o texto do anti-gênese. O dia
da criação representarão os dias de nossa história.
Ambientação: A sala deverá estar escura e acessa somente a vela  central do
menora (ou Círio), as outras velas vão  se acendendo (ou apagando) conforme
a leitura do Gênesis ou Anti-Gênesis. Cada participante deverá estar já na
sala com uma vela na mão (apagada) e ciente do número do dia.
Celebrante: Iniciemos nossa celebração, manifestando que Deus é comunidade e
nos reúne en Nome do Pai, do Filho e Do Espírito Santo. Cada um de nós
representa um dia da Criação. Mergulhemo-nos nesta maravilhosa realidade de
sermos criados no amor de Deus. Á medida em que forem lidos os dias da
criação, as pessoas do Nº do dia mencionado aproximar-se-ão do Círio acesso
e ascenderão as velas, em sinal de presença do amor e da luz de Deus em sua
vida,  será ascesa também uma vela, a primeira de menora.
Leitor 01 - Gn 1,1 a 2,4 (leitura pausada, devagar, fazendo uma parada
depois de cada dia da criação, permitindo que as pessoas ascendam as suas
velas. (Depois da Leitura, quando todos já tiverem com as suas velas
ascesas, pedir-se-á aos participantes que partilhem o que significou, para
eles o dia da Criação que vivenciaram.

Rito da Escuridão:
Celebrante: O amor de Deus, na criação, é podado e sufocado pelo egoísmo do
Homem. É  a história do pecado na história dos homens e na nossa história.
Vamos agora representar a participação de cada pessoa, na ruptura com o
plano de Deus, do mesmo modo que representamos o dia da Criação. Agora
tentaremos vivenciar um dia da destruição. Mergulhemos nesta realidade de
pecado que destrói e sufoca o amor de Deus. A medida em que forem lidos os
dias do anti-Gênese, as pessoas do nº do dia mencionado apagarão as suas
velas, em sinal de ruptura com Deus e com os outros homens. Serão as trevas
do egoísmo entrando na nossa história e na nossa vida.
Leitura do Texto do Anti-Gênese
Leitor 2: Perto do Fim dos tempos, o homem quis viver só, longe do Deus que
o criou. Assumiu-se como absoluto e senhor de toda a terra. A terra era bela
e fértil, a luz brilhava nas montanhas e nos mares. A terra estava cheia de
vida, o azul do céu resplandecia e o ar  era puro.
Disse então o homem: Dividamos então o céu e a terra... que alguns homens
possuam todo o poder sobre o céu e outros sobre a terra. Que a ganância de
possuir mais dê origem a discórdia e lutas fratricidas, e assim o sangue
humano seja derramado sobre a terra. E assim foi. Foi a Primeira Noite antes
do Fim. (o grupo do 1º dia  apaga as velas).
O Homem disse: Tomemos o céu que ele seja cinzento, cheio de fumaças e gases
venenosos e que o ar seja poluído. Lancemos nele foguetes, aviões, "Scuds"e
bombas "inteligêntes". E assim se fez. O homem achou que assim era melhor.
As pessoas começam a levar mascáras anti-gases. Foi a Segunda Noite, antes
do fim ( O grupo do 2º dia apaga as luzes ou seja velas).
O Homem Disse: Que as águas sobre a face da terra se encham de navios de
produtos químicos e de lixo das cidades. Que naveguem, nas águas, no fundo
dos oceanos, submarinhos atômicos, capazes de poluir e destruir povos sobre
a terra. E o homem afirmou: Acabamos com o verde das florestas. Coloquemos
no seu lugar plantas que deêm mais lucro, prédios que acumulem riquezas e
asfalto, para que não nasçam mais plantas. E assim se fez. Os homens ficaram
encantados com o "avanço" conquistado. Foi a Terceira Noite antes do Fim.
( O grupo do 3º dia apaga suas velas).
O Homem Disse: Não nos importemos mais com o sol, com as estrelas e que a
Luz perca o seu encanto. Façamos nós mesmos os nossos luzeiros, e que sejam
coloridos, para que brilhem nas noites de nossas cidades. E que as bombas
sejam lançadas ao céu, para fazer o mesmo clarão das noites de tempestade. E
assim se fez.
O homem abafou o encanto da lua e das estrelas e, no seu lugar, colocou
satélites espiões. O homem viu tudo o que tinha feito e ficou orgulhoso de
sua façanha. Foi a Quarta noite antes do Fim. (o Grupo do 4º dia apaga sua
vela)
O Homem disse: Tomemos todos os peixes das águas e os animais das florestas.
Que a pesca seja permitida em todos os tempos, por esporte, necessidade ou
crueldade. Joguemos petróleo e veneno no mar, para que assim os peixes
morram envenenados e as praias fiquem mal cheirosas e poluídas. E disse
ainda mais: criemos um esporte entre os homens, para que possamos matar as
aves do céu, e que seja o vencedor aquele que mais aves conseguir matar ou
abater. E assim se fez. O homem viu que assim era melhor, foi a Quinta Noite
Antes do Fim.
Disse o Homem: cacemos à vontade, os animais da floresta, façamos tapetes,
calçados e roupas com a sua pele. E aqueles que ainda sobrarem, serão
trancados, domesticados, sirvam de lazer e experiências de laboratório. E
por fim gritou sem pudor: façamos um grande deus á nossa e semelhança. Que
ele abençõe tudo o que nós fizemos, esteja a serviço de nossas ideologias e
projetos, sirva de acomodação para homens, tomando várias formas na vida das
pessoas. Que cada um possua seu próprio deus, seja o deus do lucro e da
ganância, da técnica, do poder ou do prazer. Que estes deuses dominem o
homem e o façam cada vez mais egoísta. E assim foi. Foi a Sexta Noite, Antes
do Fim.
Na Sétima noite, o homem ficou só, cansado e vazio. Não havia nada sobre a
face da terra. Um frio e um tremor o envolveram por toda parte. Só havia,
ódio, discórdia e morte. No meio daquela solidão, quase infinita, caiu a
peste. Foi o Fim do homem. Veio então a ventania ensurdecedora, arrastando o
nada que havia ficado. Uma escuridão espantosa tomou conta de tudo. Era o
caos! (pausa) ... Depois, muito depois se fez um silêncio encantador, uma
brisa suave começava a passar... era o  Espírito de Deus pairando novamente
sobre a terra!
Silêncio para meditação
O celebrante faz algum comentário. Em seguida, motiva as pessoas a pedirem
perdão, a partir do anti-gênese que vivenciaram. Dá-se um tempo para que
cada um possa expressar, orando, o que sente.
Celebrante: Nosso Deus é um Deus rico em misericórdia e bondade. Ele perdoa
os nossos pecados. Escutemos a palavra de Deus.
Leitor 01: Is 9,1-6
O Celebrante faz comentário sobre a leitura, ressaltando o amor de Deus.
Entoa-se um canto e, a medida que vão cantando, alguém se aproxima do Círio,
que ficou acesso, acende a sua vela e vai passando a outros.
A morte só se vence com a solidariedade daqueles que são capazes de ser luz
e passar a outros a mesma luz.
Finaliza-se rezando, abraçado, a oração do Pai Nosso.


69 - Dinâmica:  Motivação:
- Refletir e rezar sobre o valor da vida;
- Perceber como Deus ama e quer muita vida para todos (Jo 10,10)
- Sentir como o pão dá a vida, quando é partilhado (CF85);
- Querer relações de justiça entre pessoas, classes, povos, para que ninguém
fique à margem da vida (Jo 10,15)
Introdução:
- Apresentação: Nome - Procedência - por que veio? (Criar ambiente de grupo
e de confiança mútua)
- Levar os Jovens a desejaram momentos fortes de diálogo com Deus e de
confronto com a sua Palavra. Escutar a resposta de Deus. Sentir a
importância do momento que está vivendo.
- O que é mesmo um retiro? Diferenciá-lo de um simples encontro. Clima de
silêncio. Ambiente físico favorável. Propostas de caminhada para os dois
dias: programação geral do retiro.

Textos Bíblicos:
O cego de nascença                               (Jo 9,1-41);
Samaritana                                            (Jo 4,1-42);
Nicodemos                                           (Jo 3,1-21);
Bom Pastor                                           (Jo 10,1-21)
Multiplicação dos Pães       (Jo 6,1-13 e 35-65)

Desenvolvimento
Convém dar uma breve explicação do texto de Jo 9,1-41: quem pecou - dia e a
noite - Siloé - Sábado - a Sinagoga, etc

1º Identificar
- Cegueiras e conflitos pessoais, na família, no grupo, na comunidade
(reflexão pessoal, escrever).
- Iluminação e confronto dessa realidade com o episódio evangélico "O cego
de nascença" (em grupos pequenos: preparar um roteiro, atitudes dos
discípulos de Cristo, do cego, dos pais, dos fariseus).
- Partilha no grande grupo - oração


Reflexão:
O Cego de Nascença vive seu problema pessoal de forma resignada e acomodada.
É acusado por Jesus. Toma consciência do que se passa e de sua identidade:
"Sou eu mesmo". De repente se vê metido num conflito com os fariseus que
ameaçam expulsá-lo da sinagoga (comunidade). Tenta fugir do conflito:
permanecer cego teria sido até mais fácil. Os pais, de medo, dão jeito de
cair fora. O cego vê-se desafiado a se posicionar: ao lado de Jesus, o que
lhe traz riscos e perseguições; ou ao lado dos fariseus, que permanecem na
cegueira e condenam Jesus. Finalmente assume a  fé em Jesus Cristo e dá um
corajoso testemunho que lhe vale a explusão. Embora perseguido, sente-se
livre para uma nova dimensão de vida.

2º - Identificar conflitos sociais:
- Situações de cegueira, que geram miséria, fome, desemprego, marginalização
e morte de grandes grupos sociais. Identificá-los.
- retomada do texto bíblico (cego de nascença). Leitura dialogada, para
maior compreensão


TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO

70  - Dinâmica:   - Integração
Destinatário : grupos de jovens ou de adultos que convivem há algum tempo.
Se o grupo for muito numeroso trabalha-se em equipes.

Material :  uma folha de papel e um lápis para cada participante,
flanelógrafo e percevejos.

Desenvolvimento:
1- O animador conta uma história, a partir de desenhos.
Numa pequena paróquia da cidade, existe um grupo de jovens que se reúne,
semanalmente, há um ano. realizam, constantemente, jornadas e encontros para
convívio e gostam muito de cantar. Em suas reuniões, refletem sobre os temas
da atualidade. A assistência, entretanto, não é muito boa e mesmo os que
participam de maneira constante são muito desunidos. O animador,
frequentemente, se pergunta: "Que fazer com o grupo"?

2- Após este relato, convida os participantes a procurarem identificar as
prováveis causas que, a seu ver, geram a desunião no grupo, assim como as
possíveis soluções. Um secretário toma nota. Pode-se trabalhar em equipes
formadas  por três ou quatro  pessoas.

3- As equipes manifestam suas respostas em plenário. Os demais participantes
podem questioná-los ou pedir esclarecimentos. As respostas coincidentes vão
sendo afixadas num flanelógrafo:  de um lado as causas e, de outro, as
soluções. O importante é que se chegue a elaborar um programa de ação, que
seja resultado da contribuição de todos.

4- Avaliação:
. Qual o ensinamento extraído desta dinãmica para o grupo ?
. A história tem alguma relação com o grupo ?
. Que podemos fazer para aumentar a integração ?


71  - Dinâmica:  - Boas Notícias
Destinatários:  Grupos de jovens ou de adultos
Material: uma folha de papel e lápis para cada pessoa.

Desenvolvimento:
1- O animador pode motivar  o exercício da seguinte maneira: "Diariamente,
todos nós recebemos notícias, boas ou más. Algumas delas foram motivo de
grande alegria e por isso as guardamos com perfeita nitidez. Vamos hoje
recordar algumas dessas boas notícias ".

2- Logo após, explica como fazer o exercício: os participantes dispõem de 15
minutos para anotar na folha as três notícias mais felizes de sua vida.

3- As pessoas comentam suas notícias em plenário, a começar pelo animador,
seguido pelo vizinho da direita e, assim, sucessivamente, até que todos o
façam. Em cada uma das vezes, os demais participantes podem dar seu parecer
e fazer perguntas.

4- Avaliação
. Para que serviu a dinâmica ?
. O que descobrimos acerca dos demais ?


73  - Dinâmica:   -  Todos Juntos (Canção/ Debate)
Destinatários: Grupos de Jovens ou de adultos formados a algum tempo
Material:  cópias da canção Amigo, um k7 com a canção ou alguém  que possa
cantá-la com  acompanhamento.
Desenvolvimento:
1 - O animador distribui o material e convida a ouvir a canção.
2 -  O grupo entoa a canção. Ao terminá-la, começa o debate.
3 - As respostas serão comentadas em plenária. o animador ajuda a associar a
mensagem da canção à vida do grupo.
Para isso as seguintes  perguntas podem servir de apoio:
. O que é preciso para se construir uma vedadeira amizade ?
. Quais são, no grupo, os elementos que nos separam ?
. Que pode ser feito para fortalecer  a união do grupo ?

4 - Avaliação:
. Para que serviu a dinâmica ?


74 - Dinâmica:   - A família ideal
Destinatários: grupos de jovens que se reúnem  a algum  tempo.
Material: oito corações de papel; em cada um deles estará escrito uma
característica da família ideal: comunicação, respeito, cooperação, união,
compreensão, fé , amizade, amor.
Desenvolvimento;
1- O animador convida os presentes a formarem, espontaneamente, equipes em
número não inferior a cinco pessoas. Escolhem um nome de família e,
colocando-se a uns cinco metros do animador, ouvem as regras da dinâmica.
A dinâmica consiste em descobrir a equipe que melhor reflete as
características de uma  família ideal. Para isso, todos devem enfrentar uma
série de provas. Para algumas, são concedidos vários minutos de preparação.
Outras, porém, devem ser realizadas de imediato. A família (equipe) que
vence uma prova, recebe um coração. As últimas atividades realizam-se em
conjunto (duas equipes se unem).
2- O animador vai propondo  as equipes as diferentes provas:
                a) A família que chegar  primeiro junto a ele, com a lista
de todos os seus integrantes, recebe o coração da
Comunicação.
                b) A família que melhor representar uma cena familiar,
recebe o coração do Respeito. Dispõem de quatro    minutos para  a
preparação desta prova.
                c) A família que conseguir formar primeiro uma roda de
crianças, recebe  o coração da Cooperação.
                d) A família que conseguir primeiro cinco cadernos e cinco
lápis ou canetas, recebe o coração da                 Compreensão.
                e) A família que melhor representar, através da mímica, um
ensinamento de Jesus, recebe o coração do                 Amor. As equipes
dispõem de quatro minutos para preparar esta prova.
                f) As famílias (nesta prova, trabalha-se em conjunto com
outra equipe) que apresentarem a Miss ou o                 Mister
mais barrigudo (usam-se roupas), recebem o coração da União. As equipes
dispõem de três                 minutos para se preparar.
                g) As famílias (as mesmas equipes em conjunto) que
apresentarem o melhor conjunto vocal, recebem o                 coração da
Amizade. As equipes dispõem de quatro minutos para se preparar.
                h) As famílias (as mesmas)  que apresentarem o melhor
"slogan" pela igreja, recebem o coração da Fé.                 dispõem de
quatro minutos para se preparar.
3- Em equipe avalia-se a experiência:
. Para que serviu a dinâmica ?
. Como cada um se sentiu durante o exercício ?
. Como foi a participação de sua equipe ?
4- As respostas são comentadas em plenário e,  a seguir, associa-se esta
experiência à vida do grupo.
. De que maneira podemos associar a dinâmica à vida do grupo ?
. Que podemos fazer para que haja mais integração ?


75  - Dinâmica:  Destinatários: grupos de jovens formados há algum tempo
Material:
Cada pessoa deve trazer  para o encontro uma recordação, um objeto que
guarda por algum motivo especial.
O animador deve confeccionar previamente um baú, onde serão depositadas as
recordações , e uma pequena chave numerada para cada integrante. A numeração
da chave indica a ordem  de participação.
O animador coloca o baú sobre uma mesa, no centro do grupo. Ao lado dele,
encontram-se as chaves numeradas. À medida que os participantes  vão
chegando, depositam sua recordação no baú,  retiram uma chave e vão ocupar
seu assento, formando um círculo em volta do baú.

Desenvolvimento:
1- O animador motiva o exercício com as seguintes palavras: "Nós, seres
humanos, comunicamo-nos também através das coisas ...  os objetos que
guardamos como recordações revelam a nós mesmos, assim como expressa aos
demais, algo de nossa vida, de nossa história pessoal e familiar ...  Ao
comentarmos nossas recordações, vamos revelar, hoje, parte dessa história.
Preparemos nosso espírito para receber este presente tão precioso
constituído pela intimidade do outro, que vai partilhá-la gratuitamente
conosco".
2 - O animador convida a pessoa cuja chave contenha o número 01 a retirar
sua recordação do baú, apresentá-la ao grupo e comentar o seu significado;
os demais podem fazer perguntas. Assim se procede até que seja retirada a
última recordação. O animador também participa.

3- Avaliação:
. Para que serviu o exercício ?
. Como nos sentimos ao cometar nossas recordações ?
. Que ensinamento nos trouxe a dinâmica ?
. O que podemos fazer para nos conhecermos cada vez melhor ?


76 - Dinâmica:  - Construção da casa
Objetivo: Mostrar ao grupo o que é nucleação e quais seus passos.

Destinatários : grupos de jovens iniciantes
Material : canudos plásticos, durex, papel e caneta.
Divide-se o grupo em várias equipes, e escolhe-se um secretário para cada
equipe. Entrega-se para cada equipe um pacote de canudinhos e ao secretário
uma folha de papel e caneta. Pede-se que a equipe construa uma casa, e o
secretário deverá escrever tudo o que for dito, todo o planejamento que a
equipe fizer ou falar, e não deve dar palpite na construção da casa.

Desenvolvimento:
1- O animador divide o grupo em equipes com igual número de pessoas, entrega
o material e pede  que construam uma casa. Define um tempo de 15 minutos.
2- O animador chama uma pessoa de cada equipe, entrega uma folha de papel e
caneta e lhes pede para escrever tudo o que for dito pelos participantes da
equipe durane a construção da casa.
3- Em plenário as casas serão expostas para que todos possam ver as casas
construídas.
4- O secretário de cada equipe  vai ler para o grupo o que sua equipe
discutiu enquanto construia a casa.

Avaliação:
. Para que serviu esta dinâmica ?
. Em que fase da construção nosso grupo está ?




Indique esta página a um amigo :

Tell a Friend



 
Receba mais informações e conteúdos participando do nosso Grupo em:
www.facebook.com/groups/portaldecatequese.catequistabrunovelasco
 
"Ser catequista é experimentar o humano e almejar  o divino"  -  Catequista Bruno Velasco, MEJ.
Desenvolvido para I.Explorer 7.0 ou superior & G.Chrome. Todos os Direitos Reservados | 2008-2014 ©


  
Publication6








 Conhe ça a Rádio Né! - Música e Informação 24h.
 
 
  Site Map